Nada de novo no ar
Percebo que o ano mudou pela quantidade de cheques preenchidos com o ano errado que passam pelo meu guichê. Quem me dera que a alma também se renovasse, mas a impressão cristalina que tenho é de que tudo não passa de convenções. Rasgam-se as folhas do calendário, movem-se os ponteiros do relógio, mas tudo permanece na mesma rotina de sempre. Os mesmos clientes chatos, que paulatinamente mediocrizam minha alma. A mesma vaga aberta no coração, um buraco mal e porcamente preenchido no ano passado por relacionamentos tão consistentes quanto isopor. Bah, eu ando muito resmungona. Não é à toa que ninguém comenta neste blog. E é claro que o pessoal do banco jamais saberá da existência desta página. Assim como o ex-namorado que me botou um belo par de chifres e me ligou no Natal pra desejar que eu seja feliz. Adivinhem pra onde eu mandei ele ir passear. Bah, melhor seguir a bola pulando e cantar com Death Cab For Cutie.
So this is the new year.
And i don't feel any different.
The clanking of crystal
Explosions off in the distance (in the distance).
So this is the new year
And I have no resolutions
For selfl assigned penance
For problems with easy solutions
So everybody put your best suit or dress on
Let's make believe that we are wealthy for just this once
Lighting firecrackers off on the front lawn
As thirty dialogues bleed into one
I wish the world was flat like the old days
Then i could travel just by folding a map
No more airplanes, or speedtrains, or freeways
There'd be no distance that can hold us back.
Sem comentários:
Enviar um comentário